Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro

OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE

Gabriela Carneiro da Cunha

ALTAMIRA 2042

18h30

13h

14/03/20

15/03/20

Subititles in English

ALTAMIRA 2042

Class. indicativa

16 anos

Duração

90 min.

Linguagem

TEATRO

Galeria

Ficha Técnica

Credits

Idealização e concepção: Gabriela Carneiro da Cunha Direção: Gabriela Carneiro da Cunha e Rio Xingu Diretor assistente: João Marcelo Iglesias Assistente de direção: Clara Mor e Jimmy Wong Orientação de direção e Parteira: Cibele Forjaz Orientação da pesquisa e interlocução artística: Dinah de Oliveira e Sonia Sobral Texto originário: Eliane Brum “Tramaturgia”: Raimunda Gomes da Silva, João Pereira da Silva, Povos indígenas Araweté e Juruna, Bel Juruna, Eliane Brum, Antonia Mello, Mc Rodrigo – Poeta Marginal, Mc Fernando, Thais Santi, Thais Mantovanelli, Marcelo Salazar e Lariza Montagem de vídeo: João Marcelo Iglesias, Rafael Frazão e Gabriela Carneiro da Cunha Montagem textual: Gabriela Carneiro da Cunha e João Marcelo Iglesias Desenho sonoro: Felipe Storino e Bruno Carneiro Figurino: Carla Ferraz Iluminação: Cibele Forjaz Concepção instalativa: Carla Ferraz e Gabriela Carneiro da Cunha Realização instalativa: Carla Ferraz, Cabeção e Ciro Schou Tecnologia/ Programação/ Automação: Bruno Carneiro e Computadores fazem arte. Criação multimídia: Rafael Frazão e Bruno Carneiro Trabalho corporal: Paulo Mantuano e Mafalda Pequenino Imagens: Eryk Rocha, Gabriela Carneiro da Cunha, João Marcelo Iglesias, Clara

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Sinopse

Synopsis

Altamira 2042 é uma instauração performativa criada a partir do testemunho do rio Xingu sobre a barragem de Belo Monte. Aqui todos falam através de um mesmo dispositivo techno-xamânico: caixas de som e pen drives. Cada caixa de som porta uma voz, humana e não-humana, escutada nas margens do rio Xingu. Uma polifonia de seres, línguas, sonoridades e perspectivas tomam o espaço para abrir a escuta do público para vozes que tantos tentam silenciar. É a partir desses sons, cantos e também imagens que a performer Gabriela Carneiro da Cunha articula, junto com o público, os diferentes momentos do trabalho: a abertura Rio y Rua, seguida por Dona Herondina, Seu Quebra Barragem e Aliendígena, onde a performer veste e apresenta as diferentes perspectivas desses três seres maquínicos-espirituais que protegem as águas e as matas e que tomam a palavra para mitologizar a História. Assim a Barragem de Belo Monte vai deixando de ser simplesmente uma obra para se tornar o mito do inimigo.

Altamira 2042 is a performance established from the testimony of the Xingu river about the Belo Monte dam. In this play, everyone speaks through the same techno-shamanic device: speakers and pen drives. Each speaker carries a voice, human and non-human, heard on the banks of the Xingu river. A polyphony of beings, languages, sounds and perspectives take over the space in order to open up the audience’s listening to hear the voices that so many try to silence.

Vídeo

realização

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