INSTITUIÇÕES BENEFICIADAS

CONTRIBUA.png

#SolidarizaGoiânia (GO)

O projeto social #SolidarizaGoiânia é uma ação coletiva feita por diversos voluntários e organizações sociais que visa interligar quem possui disponibilidade para doar/ajudar àquelas pessoas em situação de vulnerabilidade que necessitam de cuidados urgentes por serem as vítimas mais prejudicadas pelas consequências sociais, econômicas, sanitárias e emocionais advindas da pandemia de COVID-19. Criado no dia 26 de março de 2020, exatamente um mês após a primeira confirmação de coronavírus no Brasil (ocorrido em São Paulo, em 26 de fevereiro de 2020) e no mesmo dia em que a pandemia de COVID fez sua primeira morte em Goiás, o #SolidarizaGoiânia conseguiu levar ajuda para mais de duas mil famílias em situação de grave necessidade alimentícia, higiênica, de saúde e sanitária. Tudo isso em apenas dois meses de mobilização. O projeto foca em famílias extremamente pobres, em condições de semi-miserabilidade social e/ou grupos socialmente vulnerabilizados, como migrantes, indígenas, venezuelanos, travestis, prostitutas, população em situação de rua e mães solteiras que ficaram desempregadas por conta das medidas de isolamento social impostas pelo coronavírus. Colabora também com artistas populares e de rua que estão sem trabalhar devido à epidemia. O projeto conta com dez equipes de voluntários nas cidades de Goiânia e Aparecida de Goiânia, conforme as divisões tradicionais dessas cidades: Centro, Norte, Sul, Leste, Oeste, Noroeste, Sudoeste e Aparecida de Goiânia (Garavelo -Tiradentes, Centro-Santa Luzia, Vila Brasília - Papilon). Cada equipe possui um Líder de Articulação na Região, um Líder de Comunicação e um Líder de Transporte, responsável pelo recolhimento e entrega dos itens doados. Foi idealizado pelo Fabrício Rosa e pelo Bruno Revolta.

ARTE SALVA (PR)

A campanha "Arte Salva" teve início no dia 25 de março de 2020, quando um grupo de 6 artistas e produtores domiciliados em Curitiba, uniram-se para criar e administrar voluntariamente a campanha. A necessidade de iniciar essa ação veio devido ao COVID-19 que em pouco tempo já afetou centenas de artistas do estado. Com a falta de trabalho e com a demora no recebimento do auxílio governamental a situação veio se agravando rapidamente, foi então que o grupo se reuniu e resolveu fazer um mapeamento desses artistas para que pudessem colaborar com o máximo de pessoas possíveis. A campanha "Arte Salva" de março até o presente momento já atendeu mais de 200 famílias de artistas e técnicos da classe trabalhadora das Artes Cênicas (artistas, produtores e técnicos) de Curitiba e Região Metropolitana IMPEDIDOS de trabalhar em decorrência da atual pandemia, levando até suas residências cestas básicas, produtos de limpeza e produtos de higiene pessoal. É através da arrecadação de alimentos não perecíveis, cestas básicas e doações em dinheiro que a campanha pretende continuar atendendo estas famílias e outras que venham a necessitar. 

ASSOCIAÇÃO REDES DE DESENVOLVIMENTO DA MARÉ (RJ)

A Redes de Desenvolvimento da Maré é uma instituição da sociedade civil que produz conhecimento, elabora projetos e ações para garantir políticas públicas efetivas que melhorem a vida dos 140 mil moradores das 16 favelas da Maré. A Redes da Maré atua há mais de 20 anos através de quatro eixos considerados estruturantes para melhoria da qualidade de vida e garantia de direitos básicos da população da Maré. Link: www.redesdamare.org.br. O processo que gerou a criação da Redes da Maré começou em 1997, a partir da iniciativa de moradores e ex-moradores oriundos de algumas das 16 favelas que formam a Maré e de outras partes da cidade do Rio de Janeiro. A maioria desse grupo fazia parte da população de menos de 0,5% que conseguiu ter acesso à universidade na região e que, também, participava de movimentos sociais e comunitários organizados para lutar por determinados direitos básicos, como: educação, saúde, cultura, saneamento, iluminação pública, segurança, dentre outros. Em 2007, acontece a formalização da instituição com esta denominação de ‘Redes da Maré’, ao partir do entendimento de que o exercício da cidadania dos moradores na cidade deve estar sustentado em um projeto abrangente e processual que valorize o papel social dos cidadãos, suas ações coletivas e que tenha, como pressuposto, o respeito às diferenças e à diversidade, bem como a crítica às desigualdades sociais atualmente existentes no País e no Rio de Janeiro. Em cerca de 40 projetos sociais, beneficiamos diretamente mais de 4 mil moradores, além de seus familiares e vizinhos. No campo da arte e cultura, trabalhamos para democratização das diversas linguagens artísticas como elementos para desenvolvimento local e para ressignificação simbólica da Maré.

CAMPO arte contemporânea (PI)

Espaço autônomo deste sua abertura, O CAMPO é uma iniciativa do coreógrafo piauiense Marcelo Evelin, e da produtora Regina Veloso a partir de 2016, após a experiência acumulada nos 9 anos de Núcleo/Galpão do Dirceu. O Campo compreende alojamentos e áreas multi-uso ocupados por criadoras e criadores, que se fazem residentes por diferentes durações, com propostas que envolvem criação de contextos para diversos públicos e participam de discussões e práticas sobre a gestão do lugar. É o canteiro de obras de Evelin com sua plataforma de pesquisa em arte contemporânea Demolition Incorporada. É sede da Casa de Produção, lugar de esgarçamento de entendimentos, implicações e práticas de produção proposto por Regina. Compreende também o Estúdio Debaixo, núcleo de investigação em Artes Visuais coordenado pelo fotógrafo Maurício Pokemon. Tem Humilde Alves a frente do setor administrativo-financeiro e os artistas residentes Bruno Moreno, Gui Fontineles e Phillip Marinho de modo mais contínuo não só na condução de suas pesquisas como também na ocupação do espaço. Tem como artistas locais associados, a partir de um histórico de ações e obras ali criadas: Fernanda Silva (de Parnaíba), Aline Guimarães, Bárbara Nunes, Vanessa Nunes, Original Bomber Crew (Allexandre Bomber, Anna Raquel, Cesar Costa, Javé Montuchô, Malcom Jefferson, Mike Lee), dentre outres. A manutenção do Campo tem acontecido de forma autônoma, reinventada como processo criativo diário que também convoca a co-responsabilização da comunidade que o frequenta.

CASA AURORA (BA)

A Casa Aurora é a primeira casa de acolhimento, voltada para o público LGBTQI+ no estado da Bahia e está localizada no centro de Salvador/BA. O objetivo da Casa Aurora é ofertar atendimento integral a jovens de 18 a 29 anos que estão em situações de vulnerabilidade e riscos sociais, abandonados ou afastados da família por causa da sua identidade de gênero e ou orientação sexual. A Aurora é coordenada pelo casal de ativistas LGBTQI+, João Hugo, homem trans e negro e Sellena Ramos, mulher trans e negra. Eles abrigavam amigos, amigos de amigos e pessoas LGBTQIA+s que eram expulsos de suas casas por serem LGBTs, com isso, foram percebendo que a demanda era muito maior do quê esperavam e decidiram abrir após colocar as ideias no papel a Casa Aurora. Nesse processo de abertura entendiam que precisavam de parceiros, já que só o abrigamento só não supriria as questões, então surgiu a clínica social de saúde, um núcleo de assistência jurídica e ofertar cursos, oficinas, rodas de conversas e atividades culturais para inserir as pessoas que buscam o abrigamento e as pessoas que buscavam outros serviços que não fosse o abrigamento institucional. A Aurora foi inaugurada no dia 31 de maio, para marcar o fechamento deste mês, conhecido localmente como “Maio da Diversidade”. A sua localização no centro se deu para ficar próxima e em diálogo com outros aparelhos que defendem a população LGBTQI+ em Salvador. Nossa equipe de profissionais voluntários é composta por 15 pessoas que atuam junto com os coordenadores. A Aurora é um projeto desenvolvido através da Associação de Diversidade e Inclusão da Bahia - Coletivo Ação.

SITE:  https://evoe.cc/casaaurora

É DA NOSSA COR (SC)

O É Da Nossa Cor é uma iniciativa social que nasceu em fevereiro de 2014, com intuito de promover debate, autoestima e protagonismo através da cultura afro-brasileira. Idealizado pela Mathizy Pinheiro, juntamente com Djavan Nascimento, onde perceberam, a partir dos desabafos das crianças afirmando que se pudessem escolher não seriam negras, e sim loiras de olhos azuis. São elas, moradoras do Monte Serrat, comunidade remanescente de quilombo, sendo a segunda comunidade de Florianópolis com maior contingente de população afro. Com isso, reconhecendo conflitos vivenciados na infância, começaram através da cultura ressaltar a importância da história e contribuição da cultura afro-brasileira africana e afro-diaspórica para o mundo, com oficinas de cinema afirmativo, dança, percussão e cantos. Compreendendo a cultura afro-brasileira para além de modalidade artística, mas como valorização da tradição e história de um povo a partir de seus valores civilizatórios. E dessa forma, compreendendo o Racismo como uma violência impacta no subjetivo, relações e estruturas gerando exclusão social, a iniciativa busca promover inclusão social das crianças e adolescentes através da cultura afro-brasileira, protagonismo e autoestima. Como forma de promover inclusão social, são realizadas: oficinas culturais, passeios para que tenham acesso a diferentes espaços sociais, bem como promovendo apresentações, onde a história e cultura afro-brasileira possam ser apresentadas como um espaço para todos e a valorização da cultura afro-diaspórica seja feita de forma leve e lúdica. A iniciativa atualmente tem proporções maiores, e já consegue propor algumas ações pontuais para públicos maiores com apresentações artísticas e eventos/oficinas abertas, no entanto, ainda assim, é um desafio construir formas de torná-la auto sustentável e ampliar a capacidade de acolher mais crianças, bem como promover outras ações necessárias, e com isso vem buscando construir-se enquanto negócio de impacto social. Atualmente temos uma equipe de gestão da iniciativa, envolvendo Psicóloga, Assistente Social, Gestor de Negócios e Analista de Sistemas propondo diferentes ações em três pilares centrais de atuação: Acesso a direito; Protagonismo e Autoestima através da Cultura Afro-brasileira; Oportunidades de Desenvolvimento. Objetivo: Promover ações e metodologias saudáveis e não violentas de enfrentamento ao racismo com crianças e adolescentes do Monte Serrat através da cultura afro-brasileira.

EM CENA ARTE E CIDADANIA (PE)

Em 2020, durante a Pandemia do CoronaVìrus, realizamos o “CoronaVírus na Em Cena não tem vez!” com ações de conscientização sobre a prevenção, segurança alimentar emergencial para as famílias (distribuição de alimentos e material de higiene) e vínculos pedagógicos (com envio de vídeos educativos, aulas on-line, distribuição de material para as crianças e escuta ativa às necessidades imediatas das pessoas.E uma série de videos educativos de atitude preventivas ao CoronaVírus. E inauguramos o nosso canal no youtube: Em Cena Arte e Cidadania.

FUNDO MARLENE COLE (SP)

Devido ao fechamento de todos os teatros, casas de shows, circos, centros culturais e todo o tipo de evento aberto ao público no Estado de São Paulo, como medida de ação de combate ao coronavírus, todas as temporadas, circulações e ensaios de espetáculos das artes cênicas foram interrompidos em março deixando um contingente enorme de profissionais da área sem nenhuma fonte de renda. Dessa urgência em amparar quem mais está necessitado, o Fundo Marlene Colé (FMC) se aliou a parceiros para ampliar a campanha de auxilio aos profissionais das artes cênicas. A gestão do Fundo Marlene Colé está a cargo da APTI-Associação de Produtores Teatrais Independentes, com sede na Capital Paulista. O fundo se preocupa com a transparência de suas ações e a lista das pessoas que receberam o benefício do cartão de auxilio alimentação, bem como os doadores que permitiram divulgar seus nomes estão disponíveis no site. O FMC também contou com a adesão de artistas, como na campanha GivenGet que promovia, por meio de sorteio, um bate papo exclusivo celebridades como Larissa Manoela, Cauã Reymond, Tony Ramos, Chay Suede, Juliana Paes e Fábio Porchat. O ator e cantor Juan Alba fez uma live com arrecadação para o fundo através de um QR Code na tela durante a transmissão. O ator Elias Andratto vai doar parte da bilheteria do seu espetáculo solo Pessoa, atualmente em cartaz pela Sympla Digital, além de outros artistas. Nossa meta é conseguir auxilio para as mais de 30 mil famílias do Estado de São Paulo, apoiando profissionais que foram os primeiros a terem suas atividades suspensas e que provavelmente serão os últimos a retornarem a normalidade.

HAJA AMOR - REVOLUÇÃO (RJ)

Doações para ajudar homens, mulheres, crianças e animais em situação de rua. O projeto criado no início de 2020 ganhou força e urgência no mundo surpreendido pela covid-19. Estima-se que atualmente 50 mil pessoas estão em situação de rua na cidade. Além de distribuir comida, o projeto distribui kits de higiene que inclui sabonete, pasta e escova de dente, barbeador, máscara e absorventes descartáveis e também cobertores, colchões, roupas, água e rações para cães e gatos que acompanham seus donos neste trágico
momento. Sobrevivemos exclusivamente com a ajuda de voluntários que, antes de qualquer coisa, doam amor. Durante a organização e distribuição contamos com cerca de 20 pessoas que se revezam em ações práticas que vão desde a realização de compras no mercado até a entrega do prato de comida durante a noite carioca. Não temos dúvidas de que a diferença esta no olhar para o outro e você pode fazer parte da nossa revolução através dedoações em dinheiro, de itens essenciais e tempo.

IBCM - INSTITUIÇÃO BENEFICENTE CONCEIÇÃO MACEDO (BA)

Maria Conceição Macedo, enfermeira aposentada, em 1985 começou a acolher pessoas empobrecidas vivendo com HIV/AIDS em quartos alugados. A IBCM hj Tem utilidade pública e assiste 70 crianças de dois a cinco anos em uma creche. Realiza um trabalho semanal de assistência as prostitutas e travestis que trabalham nas ruas de Salvador. Distribui diariamente cem refeições à população em situação de rua.

www.ibcmqids.org.br

Instituto Raiz da Serra (SP)

O Instituto Raiz da Serra, surge da necessidade de levar a arte e a permacultura como forma de autonomia, engajamento e liberdade de expressão para a região do Jabaquara. O local onde estabelecemos nossa sede, foi por muitos anos, uma casa abandonada que acabou sendo alvo de deterioração de usuários e de descarte de entulhos de pessoas da região. Com isso, desde que assumimos o local, estamos em desenvolvimento para renovar toda a área, seguindo nossos conceitos. Nosso projeto foi firmado no dia 03/03/2020, só que na verdade, nós já vínhamos desenvolvendo projeto sociais de forma independente. Então decidimos, unir alguns empreendimentos sociais para ter um impacto maior.Nós somos em 5 membros fundadores. Até hoje, fizemos no espaço:Estação de gestão de resíduos,horta, composteira, área da fogueira, pergolados, espiral de ervas, murais de grafitti e portão de bambu

N'ZINGA COLETIVO DE MULHERES NEGRAS (BH)

N’ZINGA – Coletivo de Mulheres Negras, foi fundada em 1986, em Belo Horizonte, Minas Gerais, que á 33 anos vem atuando como uma organização feminista negra, sem fins lucrativos que luta contra todas as formas de discriminação e opressão racial e de gênero, visando superar em nível pessoal e coletivo a discriminação e o preconceito, bem como buscar alternativas que proporcione a inclusão sócio-política e econômica das mulheres afrodescendentes e seus familiares na sociedade, através da mobilização, organização e a participação política da comunidade. Este Coletivo surgiu a partir da constatação de que as especificidades do ser mulher e negra, pobre, na sociedade brasileira pressupõe uma série de desvantagens, tais como: menor salário, menor acesso aos bens e serviços públicos, os mais baixos níveis de formação, celibato involuntário, maior responsabilidade no sustento familiar, maior índice de desemprego e miséria e muitas outras desvantagens que não são contempladas nas bandeiras de luta dos movimentos sociais. A gestora Benilda Regina Paiva de Brito mulher negra LGBTI+ e ativista dos movimentos feminista e negro desde a década de 80, coordena uma equipe multidisciplinar constituída por mulheres voluntarias quem somam na estruturação organizacional, são mulheres pedagogas, assistente social, administradora, psicóloga, advogada, ambientalista, comunicóloga, contadora, produtora, que auxiliam na realização das atividades e articulações

PELA VIDA DE NOSSAS MÃES (RJ)

Com a propagação contagiosa da Covid-19 no Brasil, filhas e filhos de empregadas domésticas e diaristas se uniram para criar o movimento Pela Vida das Nossas Mães, que luta por medidas de proteção a saúde e bem-estar dessas profissionais e suas famílias. O movimento divulgou, em março, uma carta manifesto escrita por mais de 70 pessoas – filhos e netos de empregadas domésticas e diaristas, de seis estados brasileiros e do Egito – direcionada ao poder público, empregadores e a sociedade civil, exigindo que as profissionais também possam ficar em isolamento social e continuem a ser remuneradas. De acordo com o IBGE, o Brasil tem mais de seis milhões de trabalhadores domésticos, em sua maioria, mulheres negras oriundas de famílias de baixa renda que trabalham na informalidade. A atividade é enquadrada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) como uma atividade precária, com baixo rendimento e baixa proteção social. Após a morte por Covid-19 de uma moradora de Miguel Pereira (RJ), infectada pela patroa que havia acabado de chegar da Itália, o grupo intensificou a urgência do isolamento remunerado imediato para a categoria, lançando uma petição, que hoje conta com mais de 115 mil assinaturas. Apesar da repercussão, muitas profissionais foram dispensadas sem salário ou qualquer benefício e já passam dificuldades. “Quando constatamos que algumas dessas mulheres tinham sido liberadas sem remuneração, e que são as únicas provedoras de seus lares, surge a necessidade de darmos um passo a mais e tentar fazer alguma coisa que minimize os efeitos da pandemia na vida dessas mulheres”, conta Juliana França, filha de empregada doméstica e integrante do movimento Pela Vida das nossas mães.

REDE SIM SOLIDÁRIA (PI)

Há muito tempo desenvolvemos ações voltadas para a comunidade, como, criação da   horta comunitária, transporte, calçamento, agências bancárias, teatro, universidade para todos, com a chegada da pandemia desenvolvemos a campanha da Rede Solidária "SIM" de Doação de Sangue, Máscaras, Cestas Básica e Kit de Higiênico ...

CONTRIBUA.png